11 maio 2017

PORQUE ORAR PARA CURAR?

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As doenças pertencem às provas e às vicissitudes da vida terrena. São inerentes à grosseria da nossa natureza material e à inferioridade do mundo que habitamos.
As paixões e os excessos de toda espécie, por sua vez, criam em nossos organismos condições malsãs, freqüentemente transmissíveis pela hereditariedade. 
Nos mundos mais avançados, física e moralmente, o organismo humano, mais depurado e menos material, não está sujeito às mesmas enfermidades que o nosso, e o corpo não é minado secretamente pela devastação das paixões. (Cap. III, nº 9)
É necessário, pois,que nos resignemos a sofrer as conseqüências do meio em que nos situa a nossa inferioridade, até que nos façamos dignos de uma transferência. Isso não deve impedir-nos de lutar para melhorar a nossa situação atual.
Mas, se apesar dos nossos esforços, não pudermos fazê-lo, o Espiritismo nos ensina a suportar com resignação os nossos males passageiros.
Se Deus não quisesse que pudéssemos curar ou aliviar os sofrimentos corporais, em certos casos, não teria colocado meios curativos à nossa disposição.
Sua solicitude previdente, a esse respeito, confirmada pelo instinto de conservação, mostra que o nosso dever é procurá-los e aplicá-los.
Ao lado da medicação ordinária, elaborada pela ciência, o magnetismo nos deu a conhecer o poder da ação fluídica, e depois o Espiritismo veio revelar-nos outra espécie de força, através da mediunidade curadora e da influência da prece.

Prece – (Por um doente) – Meu Deus, são impenetráveis os vossos desígnios, e na vossa sabedoria enviastes a Fulano uma enfermidade. Voltai para ele, eu vos suplico, um olhar de compaixão, e dignai-vos por um termo aos seus sofrimentos! Bons Espíritos, vós que sois os ministros do Todo-Poderoso, secundai, eu vos peço, o meu desejo de aliviá-lo. Dirigi o meu pensamento, a fim de que possa derramar-se sobre o seu corpo como um bálsamo salutar, e sobre a sua alma como uma consolação. Inspirai-lhe a paciência e a submissão à vontade de Deus; e dai-lhe a força de suportar as suas dores com resignação cristã, para não perder os resultados desta prova por que está passando.
Evangelho Segundo o Espiritismo

17 março 2017

MORTE - INCÓGNITA DO ALEM



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1 Meus amigos, Deus vos conceda muita paz espiritual no caminho diário.
2 Conheço a ansiedade com que muitos de vós outros batem às portas da revelação; sei de vossas aspirações e já experimentei vosso desejo infinito.
3 O homem defrontará sempre a incógnita do Além-túmulo, tomado de indizíveis angústias, quando se distancia do alimento espiritual, matéria prima da vida externa. 4 É o que ocorre no cenário de vosso século, repleto de acontecimentos de profunda significação científica e filosófica, cercados de realizações, da máquina e empolgados de ideologias políticas; permaneceis à beira de abismos que solapam os séculos laboriosos de realizações.
5 O homem moderno cresceu em suas realizações puramente intelectualísticas avançando no domínio das organizações materiais entretanto, por traz de muralhas de livros, ao longo de códigos pacientemente elaborados, à sombra de laboratórios, a inteligência da criatura se esconde para preferir a morte. A ciência que devassou desde o subsolo à estratosfera, manifesta a sua impossibilidade de dominar o vulcão mortífero. 6 Vinte séculos de pensamento cristão não bastaram. Milhares de mensagens da Providência Divina, convertidas em utilidades para a civilização de nossos tempos sopitaram os novos surtos de devastações e misérias. 7 Não lamentamos porém. Apenas nos referimos à semelhante derrocada para exaltar a grandeza da experiência espiritual.
8 O homem econômico de nossas filosofias atuais não pode subsistir no quadro da evolução divina. 9 O homem é Espírito antes de tudo. A Terra é a nossa escola milenária, aguardando resignadamente a nossa madureza de sentimentos.
10 É por isto que acorrestes à presente reunião, em vossa maioria tangidos pelo desejo de auscultar o desconhecido. É por isto que esperáveis expressões fenomênicas que vos modificassem inteiramente. 11 No fundo, meus amigos, desejais a fé, quereis tocar a certeza. Entretanto, a curiosidade não pode substituir o trabalho perseverante e metódico. Nenhuma técnica profissional por mais singela pode-se eximir de cultores da experiência sentida e vivida.
12 Alguns dentre vós formulais indagações mentais enquanto outros aguardam manifestações que firam as percepções externas. Todavia, apesar do desejo de vos atender particularmente, não seria possível quebrar a lei universal da iniciativa de cada um no campo do livre arbítrio que nos rege os destinos.
 13 Vossa ansiedade palpita em todo mundo. A humanidade suplica expressões novas que lhe definam as diretrizes para o Mais Alto e vossos corações permanecem cansados do atrito despensivo.
 14 Sois, de modo geral, os viajores que extenuados do caminho árido começam a indagar as profundezas do céu, tendo sempre uma resposta para quantos o contemplam, convictos de que a vida é testemunho de trabalho, de realizações e de confiança. Nenhuma elevação se verificará sem o esforço próprio.
15 É por este motivo que as ideias religiosas antigas, embora respeitáveis pelas mais sublimes tradições, não mais satisfazem. Os templos de pedra deixam exalar ainda o incenso da poesia, mas as novas esperanças pedem esclarecimentos concretos e roteiros precisos.
16 Sim, nossa sede é justa. A fonte, porém, ainda é aquela que o Mestre nos trouxe há dois mil anos.
17 Procurai esta água da vida eterna. Não vos deixeis dominar tão somente pela ânsia que às vezes é doentia.
18 Procurai de fato conhecer. Não vos restrinjais ao campo limitado da curiosidade. Toda curiosidade é boa quando conduz ao trabalho.
19 Recebei, portanto, os serviços de Deus, em vós mesmos. Vosso coração e vossa inteligência constituem a grande oficina. Aí dentro operareis maravilhas desde que não condeneis vossas melhores ferramentas de observação e possibilidades de serviço à ferrugem do esquecimento.
20 Que a vossa curiosidade seja um marco útil na estrada da sabedoria. Continuai no vosso esforço lembrando que se viestes hoje bater à porta do Mais Além, o Mais Além respondendo vem bater igualmente às vossas portas.

Emmanuel

13 fevereiro 2017

UMA PEQUENA GUIA PARA A REFORMA INTERIOR E CURA

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Uma pequena guia para iniciar nossa reforma e cura.

SABEDORIA
“Conhecer a doutrina”:
1. O espiritismo é uma FILOSOFIA DE VIDA;
2. Aprendemos que existem CAMINHOS A SEGUIR;
3. Aprendemos que temos o LIVRE ARBÍTRIO;
4. Aprendemos que toda AÇÃO TEM UMA REAÇÃO;

NATURALIDADE
“Viver os aprendizados no dia-a-dia”:
1. Pela FILOSOFIA descobrimos o que é BOM E O QUE É RUIM;
2. Temos a oportunidade de todos os dias COMEÇAR DE NOVO;
3. Temos que CONDICIONAR, os nossos, PENSAMENTOS E SENTIMENTOS as MUDANÇA
necessárias (eliminar VÍCIOS);

COMPREENSÃO
“Entender a necessidade das dificuldades”:
1. Não se REVOLTAR pelas dificuldades diante de nós;
2. Não fazer TEMPESTADE EM COPO D ÁGUA;
3. Ter a certeza de que a dificuldade é passageira e necessária;

CORAGEM
“Ter a certeza de que nunca estamos sozinhos”:
1. Saber que somos constantemente AMPARADOS pelo PLANO ESPIRITUAL;
2. Não ter VERGONHA das dificuldades nem que as PESSOAS as conheçam;
3. Não DESANIMAR ou desistir de vencer;

AUTO PERDÃO
“Se permitir errar e ter cometido faltas”:
1. A CULPA destrói o corpo e a alma;
2. Sentimento ruim que NÃO SERVE PARA NADA;
3. FREIO INIBITÓRIO para o sucesso;
4. Saber que as faltas que cometemos já forma cometidas cabe agora consertá-las

FELICIDADE
“Encher o coração de amor e alegria e vencer”:
1. Ter a certeza de que DEUS não quer o nosso mal Ele quer o nosso crescimento;
2. A cada dia buscar ser feliz, mais calmo, mais sereno;
3. Amar a todos e a tudo como se fosse o ultimo dia.

PERDÃO
"Sem o perdão viveremos sempre contaminados, negativos, doentes"
1. Perdoa teus inimigos.
2. Nada é mais importante que a paz no coração que nós dá o perdão.
3. Perdoa nossas dividas assim como perdoamos nossos devedores.

AMOR
1. Amar nosso inimigo como a nós mesmos
2. Ama a verdade porque a verdade te libertara.
3. Te ama, te respeita, te vigia para não errar.
4. Ama as leis de Deus.

SE LEMBRE, A CURA ESTA DENTRO DE VOCÊ.

27 janeiro 2017

O SACRIFÍCIO MAIS AGRADÁVEL A DEUS

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Muitos se perguntam como poderiam agradar verdadeiramente a Deus. Seria pelo fato de fazer a caridade? Envidar esforços em prol do bem da coletividade? Participar de campanhas de doação de alimentos e roupas para desabrigados e desvalidos?

A resposta é clara e direta: o sacrifício mais agradável a Deus, necessariamente passar pela prática do perdão e da reconciliação com o próximo, conforme passagem bíblica: “Se, portanto, quando fordes depor vossa oferenda no altar, vos lembrardes de que o vosso irmão tem qualquer coisa contra vós, – deixai a vossa dádiva junto ao altar e ide, antes, reconciliar-vos com o vosso irmão; depois, então, voltai a oferecê-la. – (S. MATEUS, 5:23 e 24.).

No Livro o Evangelho segundo e Espiritismo temos a conclusão a respeito da passagem acima, pois quando diz: “Ide reconciliar-vos com o vosso irmão, antes de depordes a vossa oferenda no altar”, Jesus ensina que o sacrifício mais agradável ao Senhor é o que o homem faça do seu próprio ressentimento; que, antes de se apresentar para ser por ele perdoado, precisa o homem haver perdoado e reparado o agravo que tenha feito a algum de seus irmãos. Só então a sua oferenda será bem-aceita, porque virá de um coração expungido de todo e qualquer pensamento mau.

 Ele materializou o preceito, porque os judeus ofereciam sacrifícios materiais; cumpria-lhe conformar suas palavras aos usos ainda em voga. O cristão não oferece dons materiais, pois que espiritualizou o sacrifício. Com isso, porém, o preceito ainda mais força ganha. Ele oferece sua alma a Deus e essa alma tem de ser purificada. Entrando no templo do Senhor, deve ele deixar fora todo sentimento de ódio e de animosidade, todo mau pensamento contra seu irmão. Só então os anjos levarão sua prece aos pés do Eterno. Eis aí o que ensina Jesus por estas palavras: “Deixai a vossa oferenda junto do altar e ide primeiro reconciliar-vos com o vosso irmão, se quiserdes ser agradável ao Senhor.” - O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO – Capítulo X - Bem-aventurados os que são misericordiosos - Item: • O sacrifício mais agradável a Deus - página 214.

O curioso nisso tudo é que geralmente nossa ideia de sacrifício está vinculada a sofrimento e dor. Reajustando o conceito evangélico ao entendimento comum, o sacrifício mais agradável pareceria um paradoxo (ideia contraditória em si mesma). Como algo que nos lembra a dor ou o sofrimento e que obviamente não nos pareceria agradável à primeira vista.

Na condição humana em que nos encontramos reagimos com vigor a situações, pessoas ou coisas que nos façam sofrer. Esperneamos, choramos, reclamamos muito contra a dor ou algo que de parece errado.
Porém o preceito do Cristo se mostra completamente diferente. Ele coloca o sacrifício como uma oferenda, conforme o conceito do dicionário, um tributo à Divindade, com base na renúncia dos nossos instintos inferiores. E não pode ser de outro modo, considerando que não possuímos nada de material, pois tudo nos é dado por empréstimo, inclusive o corpo e os bens materiais que muitos, equivocadamente, associam à felicidade.

Todo sacrifício proposto por Jesus tem de ser de ordem espiritual, daquilo que realmente possuímos em nós mesmos. Que mais agradaria a Deus senão a nossa melhoria interior, ou seja, a tão sonhada reforma íntima ao vencer todo o sentimento de orgulho, vaidade e tantas outras mazelas espirituais que impedem o desenvolvimento de cada um?

Finalizo com a lógica de que há implícito no conceito de que a renúncia pode ser voluntária ou forçada, afinal de contas o entendimento da verdadeira vida ao lado de Cristo pode ser pelo amor ou pela dor, entretanto fica evidenciado que a renúncia aos defeitos morais de forma espontânea possui valor substancialmente elevado..

17 dezembro 2016

QUE FAZEIS DE ESPECIAL?

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“Que fazeis de especial?” – Jesus. (MATEUS, 5:47.)
Iniciados na luz da Revelação Nova, os espiritistas cristãos possuem patrimônios de entendimento muito acima da compreensão normal dos homens encarnados.
Em verdade, sabem que a vida prossegue vitoriosa, além da morte; que se encontram na escola temporária da Terra, em favor da iluminação espiritual que lhes é necessária; que o corpo carnal é simples vestimenta a desgastar-se cada dia; que os trabalhos e desgostos do mundo são recursos educativos; que a dor é o estímulo às mais altas realizações; que a nossa colheita futura se verificará, de acordo com a sementeira de agora; que a luz do Senhor clarear-nos-á os caminhos, sempre que estivermos a serviço do bem; que toda oportunidade de trabalho no presente é uma bênção dos Poderes Divinos; que ninguém se acha na Crosta do Planeta em excursão de prazeres fáceis, mas, sim, em missão de aperfeiçoamento; que a justiça não é uma ilusão e que a verdade surpreenderá toda a gente; que a existência na esfera física é abençoada oficina de trabalho, resgate e redenção e que os atos, palavras e pensamentos da criatura produzirão sempre os frutos que lhes dizem respeito, no campo infinito da vida.
Efetivamente, sabemos tudo isto.
Em face, pois, de tantos conhecimentos e informações dos planos mais altos, a beneficiarem nossos círculos felizes de trabalho espiritual, é justo ouçamos a interrogação do Divino Mestre:
– Que fazeis mais que os outros?
Do livro Vinha de Luz, Emmanuel, psicografia de Francisco Cândido Xavier.

02 novembro 2016

MOMENTOS DE AFLIÇÃO E PROVA

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Momentos de aflição e prova surgem pelo caminho, inesperados, concitando à disciplina espiritual indispensável ao processo evolutivo do ser.

Águas serenas que são açoitadas por fortes vendavais; paisagens tranquilas que se modificam ao império de tempestades violentas; climas de paz que se convertem em campos de lutas rudes; viagem segura, que se torna perigosa, objetivos próximos de conquistados, que se perdem de repente; saúde que cede à enfermidade; amigos dedicados, que vão adiante; adversários vigorosos, que surgem ameaçadores; problemas econômicos, que aparecem, constringentes, tantos são os motivos de aflição e prova, que ninguém avança, na Terra, sem os experimentar.

Enquanto domiciliado no corpo, espírito algum se encontra em segurança, vitorioso, isento de experiências difíceis, de possíveis insucessos.

Os momentos de prova e aflição constituem recursos de aferição dos valores morais de cada um, mediante os quais o homem deve adquirir mais valiosas expressões iluminativas como suportes para futuros investimentos evolutivos.

Por isso, todos somos atingidos por tais métodos de purificação. *** Vigia-te, no momento de aflição e prova, a fim de que não compliques, por precipitação, o teu estado íntimo.

Suporta o vendaval do testemunho com serenidade; recebe a adaga da acusação indébita com humildade; aceita o ácido da reprimenda injusta com nobreza; medita diante do sofrimento com elevação de sentimentos.

Todos os momentos difíceis cedem lugar a outros: os de paz e compreensão. Não te desalentes, exatamente quando deves fortalecer-te para a luta.

São os instantes difíceis que as resistências morais devem estar temperadas, suportando as constrições que ameaçam derruir as fortalezas íntimas. Quando estiveres a ponto de desfalecer, procura refúgio na oração.

Orando, renovar-se-ão tuas paisagens mentais e morais, elevando-te o ânimo e reconfortando-te espiritualmente. Jesus, que não tinha qualquer dívida a resgatar e que é o Sublime Construtor da Terra, enquanto conosco não esteve isento dos momentos de aflição, demonstrando, amoroso, como vencê-los todos, e, ao mesmo tempo, ensinando a técnica de como retirar do aparente mal as proveitosas lições da felicidade.

Considera-Lhe os testemunhos, e, em qualquer momento em que sejas defrontado pela aflição ou prova, enfrenta a circunstância e extrai do amor a parte melhor da tua tarefa de santificação.

Joanna de Ângelis

10 outubro 2016

O QUE ACONTECE QUANDO VOCÊ ENTRA NUM CENTRO ESPIRITA?

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 _Quando você entra em um centro espírita, você não se torna médium. A não ser que você já tenha nascido com o corpo físico preparado para isso, você não começa a ver ou a ouvir os Espíritos._

 _Quando você entra em um centro espírita, não existe nenhuma espécie de recado dos Espíritos Superiores direcionado exclusivamente a você. Tampouco seus familiares desencarnados te enviarão cartas dizendo o que você deve ou não fazer da vida._

 _Quando você entra em um centro espírita, as pessoas não vão te contar quem você foi ou fez em suas vidas passadas. Se essas informações fossem necessárias você se lembraria por conta própria. Basta saber que você colhe hoje aquilo que plantou em outras existências até para que você passe a semear com mais sabedoria e amor no seu dia de hoje._

 _Quando você entra em um centro espírita, você não recebe a solução mágica para resolver seus problemas. Suas dores continuarão a existir. Suas perdas, suas mágoas, suas dificuldades de relacionamento ou o que quer que você enfrente na vida._

 _Quando você entra em um centro espírita, você definitivamente não está salvo. Seu lugar no céu jamais poderá ser comprado até porque a ideia de céu do Espiritismo nada tem a ver com anjos tocando harpa nas nuvens, e sim com a consciência tranquila do dever cumprido._

_A verdade, que poucos compreendem ou querem compreender, é que quando você começa a frequentar um centro espírita absolutamente nada muda em sua vida._

Acredite! Nada mesmo, a não ser que _*você tome a decisão de mudar, que você compreenda que precisa realizar melhorias em si mesmo, que aceite o convite da reforma íntima e moral, ou tudo continuará da mesma forma que já estava.*_

_*Ninguém pode viver nossa vida ou dar por nós os passos que nos cabem.*_

_*Compete a cada um de nós a construção da nossa própria felicidade. Essa noção de responsabilidade individual, tão pouco considerada nos dias atuais, é, com certeza, uma das primeiras lições, entre tantas outras, que você aprenderá quando de fato entrar em um centro espírita*_

Não fique sentado esperando, faza sua parte.