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17 dezembro 2016

QUE FAZEIS DE ESPECIAL?

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“Que fazeis de especial?” – Jesus. (MATEUS, 5:47.)
Iniciados na luz da Revelação Nova, os espiritistas cristãos possuem patrimônios de entendimento muito acima da compreensão normal dos homens encarnados.
Em verdade, sabem que a vida prossegue vitoriosa, além da morte; que se encontram na escola temporária da Terra, em favor da iluminação espiritual que lhes é necessária; que o corpo carnal é simples vestimenta a desgastar-se cada dia; que os trabalhos e desgostos do mundo são recursos educativos; que a dor é o estímulo às mais altas realizações; que a nossa colheita futura se verificará, de acordo com a sementeira de agora; que a luz do Senhor clarear-nos-á os caminhos, sempre que estivermos a serviço do bem; que toda oportunidade de trabalho no presente é uma bênção dos Poderes Divinos; que ninguém se acha na Crosta do Planeta em excursão de prazeres fáceis, mas, sim, em missão de aperfeiçoamento; que a justiça não é uma ilusão e que a verdade surpreenderá toda a gente; que a existência na esfera física é abençoada oficina de trabalho, resgate e redenção e que os atos, palavras e pensamentos da criatura produzirão sempre os frutos que lhes dizem respeito, no campo infinito da vida.
Efetivamente, sabemos tudo isto.
Em face, pois, de tantos conhecimentos e informações dos planos mais altos, a beneficiarem nossos círculos felizes de trabalho espiritual, é justo ouçamos a interrogação do Divino Mestre:
– Que fazeis mais que os outros?
Do livro Vinha de Luz, Emmanuel, psicografia de Francisco Cândido Xavier.

12 abril 2011

CORRENTES MENTAIS DESTRUTIVAS



Os referidos estados de tensão, devido a “núcleos de força na psicosfera pessoal”, procedem, quase sempre, à feição das nuvens pacificas repentinamente transformadas pelas cargas anormais de elétrons livres em máquina indutora, atraindo os campos elétricos com que se fazem instrumento da tempestade.

Acumulando em si mesma as forças auto geradas em processos de profundo desequilíbrio, a alma exterioriza forças mentais desajustadas e destrutivas, pelas quais atrai as forças de mesmo teor, caindo frequentemente em cegueira obsessiva, da qual muitas vezes se afasta, desorientada, pela porta indesejável do remorso, após converter-se em interprete de inqualificáveis delitos.

Noutras circunstâncias, considerando-se que o processo da obliteração mental, ou “acumulação desordenada das nuvens de tensão no campo da aura”, se caracteriza por imensa gradação, se as criaturas conscientes não se dispõem à distribuição natural das próprias cargas magnéticas, em trabalho digno, estabelecem para si a degenerescência das energias.

Nessa posição, emitem ondas mentais perturbadas, pelas quais se ajustam a Inteligências perturbadas do mesmo sentido, arrojando-se a lamentáveis estações de aviltamento, em ocorrências deploráveis de obsessão, nas quais as mentas desvairadas ou caídas em monoideísmo vicioso se reflete mutuamente.

E chegadas as semelhantes conturbações, seja no arrastamento da paixão ou na sombra do vicio, sofrem a aproximação de correntes mentais arrasadoras, oriundas dos seres empenhados a crueldade, por ignorância – encarnados ou desencarnados - ,  que, em lhes vampirizando a existência, lhes impõe disfunções e enfermidades de variados matizes, segundo os pontos vulneráveis que apresentam, criando no mundo vastas províncias de alienação e de sofrimento.

Mecanismo da Mediunidade – André Luiz/Francisco Xavier/Waldo Vieira